CRÔNICAS DE CORNO
A base do casamento é o chifre
A base do nosso casamento não é o amor convencional, não é a fidelidade, não é a rotina de casal. A base do nosso casamento é o chifre. Tudo que sustenta a nossa relação, tudo que mantém a chama acesa, é a certeza de que minha mulher tem amantes, é a energia que ela recebe ao trair, é o prazer que ela sente fora de casa que volta para nós em forma de excitação, luxúria e desejo. Eu aprendi que não há casamento forte sem sexo fora, sem relações sexuais proibidas, sem a entrega dela a outros machos que a fazem gemer de prazer intenso.
Cada traição, cada gozada interna de outro, cada gemido alto que ecoa enquanto ela se entrega, é tijolo na construção do nosso vínculo. Eu vejo, eu assisto, eu me masturbo enlouquecido na certeza de que ela é minha esposa e também minha devoradora, minha puta consentida, minha vagabunda adorada. E quanto mais ela goza com outros, quanto mais ela se transforma em puta, boqueteira, amante voraz, mais eu sou corno feliz, mais eu me afundo na punheta, mais meu pau lateja de tesão em ritmo de traição.
O casamento que todos acham perfeito é apenas fachada; o nosso casamento de verdade é alimentado pelo sexo externo dela, pelo prazer dela fora de casa, pela humilhação que me excita. Eu sou o último, o que sobra, o corno devoto, mas sou também o primeiro no tesão, no desejo, na adoração da sua putaria. Ela me mostra que não existe mal em trair quando se faz com amor, quando se faz com consentimento, quando cada ato de infidelidade fortalece a ligação, intensifica o prazer e aprofunda a luxúria que nos une.
Ela tem amantes. Ela tem negros pauzudos, boizões famintos, homens que rasgam seu corpo e gozam dentro dela. Eu assisto, eu registro, eu me masturbo e gozo na mão enquanto a vejo ser devorada. Cada traição é uma pedra fundamental, cada orgasmo que não é meu é cimento que mantém nosso casamento de pé. O quarto que antes era nosso santuário agora é palco, e a cama que dividimos é testemunha de cada ato de luxúria e humilhação.
Não há vergonha, não há culpa, só prazer absoluto. A base do casamento é o chifre, a certeza de que minha mulher é vagabunda e eu sou corno. O casamento é mais forte porque ela transa com outros, porque cada gozada que recebe fora de casa volta para nós em forma de tesão, porque cada momento de infidelidade me deixa mais enlouquecido, mais devoto, mais apaixonado pela humilhação consentida.
O sexo fora é fundamental. A traição é o alicerce. A humilhação é a força que nos mantém juntos. Eu não quero exclusividade. Eu não quero ser o primeiro. Quero ser o último, quero pegar os restos, quero gozar na punheta assistindo a mulher que amo se entregar. Quanto mais ela é puta, mais nosso casamento prospera. Quanto mais ela se abre para outros, mais eu sinto o prazer de ser corno, mais a luxúria nos domina, mais a nossa relação se fortalece em prazer, traição e devassidão.
A base do casamento é o chifre, e eu nunca estive tão feliz por isso. Nunca estive tão viciado, tão enlouquecido, tão apaixonado por cada momento de infidelidade, por cada amante que rasga minha esposa, por cada gozada interna que me transforma em punheteiro devoto, corno eterno e homem que entende que o verdadeiro alicerce de um casamento é o prazer da traição.

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirOlá amigo, tudo bem?
ResponderExcluirFui conferir o seu blog antigo (cornografia 69) e vi que havia sido removido. Logo cavei na internet e achei esse outro aqui que me deixa feliz pela existência de mais um espaço para a afirmação e fortalecimento do nosso fetiche.
Se possível fala contato comigo no e-mail cornomanso741@gmail.com pois gostaria de fazer uma parceria de divulgação recíproca dos nossos blogs.
Aguardo seu contato,
Carlos